CLÁUDIO AJUDA-ME

… Eu sou de memórias (É do que somos feitos, não é?)

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… Quem me segue e conhece sabe que sou sempre pelas memórias. Aproveito todos os pedacinhos que tenho para mergulhar nelas, porque acredito muito que hoje somos o que somos graças ao caminho que fizemos até aqui chegar. Eu sinto assim. Talvez por isso as fotografias façam parte do meu dia-a-dia. Gosto de as ter em papel, de lhes dar espaço em molduras e colocar tudo em lugares do meu dia-a-dia para me cruzar com ‘elas’ nas rotinas de toda a hora. Sempre que olhar para ‘elas’ lembro-me dos momentos. Se não for assim, é inevitável que pedaços do caminho desaparecem da nossa lembrança, porque outros se vão atropelar e ganhar prioridade, mas desta maneira sinto que a qualquer momento posso recuar no tempo e voltar a sentir o que senti quando aquele pedaço de vida ficou eternizado no papel. Vocês não sei, mas eu, por muito evoluído que o mundo esteja, que a tecnologia exija e que a correria do dia-a-dia não nos permita, faço muita questão de manter a tradição e ir revelar fotografias para depois as trazer para casa. Coloco-as em molduras, dentro de livros, em álbuns, ofereço-as. Mas faço-o. Sinto que aqueles momentos ficam para sempre. Pode não ser nada, mas significa muito para mim, que sempre achei que somos, acima de tudo, memória.

 

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