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	<title>Direitos &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Direitos &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A propósito da polémica (Portugal quis &#8216;namorar&#8217; com um agricultor)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-proposito-da-polemica-portugal-quis-namorar-com-um-agricultor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 17:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Ontem vi com muito agrado o programa &#8216;Quem quer namorar com o Agricultor&#8217;, porque o acho mais interessante do que &#8216;Quem quer casar com o meu filho&#8217;. Nada tem a ver com o canal, mas sim com o facto de eu conhecer os dois formatos e ter dito sempre que o &#8216;Agricultor&#8217; me fascinava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Ontem vi com muito agrado o programa &#8216;Quem quer namorar com o Agricultor&#8217;, porque o acho mais interessante do que &#8216;Quem quer casar com o meu filho&#8217;. Nada tem a ver com o canal, mas sim com o facto de eu conhecer os dois formatos e ter dito sempre que o &#8216;Agricultor&#8217; me fascinava e ambicionava ser seu apresentador. Não só pela sua vertente de entretenimento, como pela belíssima parte pedagógica que a ele está inerente e que só não vê quem não quer. Mostrar ao mundo que a agricultura faz parte do meio de sustento de muita gente e que essa gente não é toda igual, que nem todos os agricultores são burros e analfabetos, ou agro-betos,  que há um mundo de vida entre uma coisa e outra. Perceber que nem toda a gente que trabalha a terra vive isolado do resto do mundo e não é um pedaço de &#8216;barro&#8217; sem coração&#8230; Eu sei o que digo, porque, como venho do campo, sei que há muita gente que olha de lado para quem lá vive e que lá trabalha. É importante olhar também para esse lado&#8230; Passando isso, que me interessa muito, não fiquei indiferente às muitas manifestações que apareceram hoje cedo vindas de muita gente que considera o programa machista, que as mulheres são objecto, que os agricultores tratam as mulheres como &#8216;gado&#8217;&#8230; Sou dos que respeita todas as opiniões e apelo muito à liberdade. Por isso mesmo é importante perceber que as candidatas do programa estão ali de livre vontade na busca de uma experiência social que &#8211; aos seus olhos- as beneficiará a elas e a eles. Que eles &#8211; os agricultores &#8211; também são avaliados, como elas são, dentro do contexto que é a linha editorial de um programa de entretenimento. Gostava muito que todos percebêssemos que a televisão tem o fim de entreter0 e que uma televisão privada, além de entreter, tem a função de criar audiência e lucro. Esse é o caminho. Partindo do princípio fundamental que somos todos livres de fazer o que nos apetece, desde que não se interfiramos na liberdade do próximo, que direito temos nós de condicionar as mulheres de participarem num programa onde procuram o amor, borboletas na barriga, a exposição, ou a legítima vontade de aparecer? Não somos ninguém para o fazer. Porque da mesma maneira que há mulheres que resolvem não o fazer, e o mundo apoia, o mundo tem a obrigação de respeitar a escolha contrária, desde que seja feita de livre vontade. Portugal não é só Lisboa, Porto ou Coimbra. As pessoas, sendo todas iguais, não são todas educadas da mesma maneira, não têm todas os mesmos objectivos e não é por não terem os nossos que são piores que nós. As concorrentes e os participantes do &#8216;Quem quer namorar com o Agricultor&#8217; ou de outro programa têm o direito a estar ali, a fazer as suas escolhas e a deixarem-se apreciar. O espectador tem o direito a gostar, a ver, a avaliar, a estar, a não gostar, a usar o comando para mudar de canal. A liberdade é isto. Liberdade não é condicionar com opiniões feitas e pressões mediáticas o que todos devem fazer, sob pena de, se fizerem o contrário da maioria, se sentirem mal. Isso não é nem liberdade nem justiça. Justiça e liberdade é eu fazer o que me apetece dentro da minha margem de escolha, sem fazer mal aos outros, mesmo que o resto do mundo ache que estou errado. O que não posso fazer, o que não devem as concorrentes ou os participantes fazer, é agir de acordo com o que o mundo grita, muitas vezes num lado confortável da escolha, só porque isso lhes parece o melhor para eles. Cada um de nós tem o direito a decidir o que é melhor para nós e para a nossa vida em determinado momento. Eu tenho quatro irmãs, livres, independentes, profissionais bem sucedidas, com belíssimos valores, que não ficariam piores se participassem no programa e muito menos se assistirem todos os dias a ele. Estamos a entreter Portugal numa escolha livre. Desculpem, mas é o que eu acho. Não sou nem burro, nem machista, nem quero regredir no tempo. Digo eu que tenho irmãs, uma filha, uma mãe e 45 anos. Mesmo que não se concorde com a minha opinião, é preciso respeitá-la., assim como às livres escolhas de cada um. Certo?</p>
<p>LEIAM TAMBÉM UM DESTES ARTIGOS:</p>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-conan-para-la-do-visual-e-depois-do-preconceito/">… O CONAN (PARA LÁ DO VISUAL E DEPOIS DO PRECONCEITO)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/ate-que-enfim-madonna-fez-algo-de-jeito-em-portugal-adoro-fabia-rebordao/">… ATÉ QUE ENFIM (ADORO FÁBIA REBORDÃO)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/saudade-quem-nunca/">… SAUDADE (QUEM NUNCA?)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-que-vemos-quando-nos-vemos-ao-espelho-e-ele-o-que-ve-ele/">… O QUE VEMOS QUANDO NOS VEMOS AO ESPELHO? (E ELE, O QUE VÊ ELE?)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/bater-claras-em-castelo-isso-e-para-meninos/">… BATER CLARAS EM CASTELO? (ISSO É PARA MENINOS!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/a-massa-de-atum-para-os-muitos-que-pediram/">… A MASSA DE ATUM (PARA OS MUITOS QUE PEDIRAM)</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>A polémica da Rita! ( Com o cronista em bicos de pés!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/polemica-da-rita-cronista-bicos-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 17:44:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>[dropcap custom_class=&#8221;normal&#8221;] N [/dropcap]ão consigo perceber muito bem (talvez o erro seja meu) esta polémica. Como se em pleno 2016 não pudéssemos ser livres de escolher de consciência os serviços que queremos na nossa vida em determinado momento! A Rita Pereira (que não preciso defender, que não me pediu nada e a quem não dou boleia frequentemente) escreveu um post na Internet, como meio mundo escreve sobre mil coisas. Podia ser sobre uma pizzaria, um talho, um par de sapatos, mas foi sobre a Cabify, um serviço de transporte que rivaliza com a Uber, e por sinal com os Táxis. Rita sentiu-se bem servida, elogiou o condutor, o serviço e o que a ela lhe deu vontade. Podia ter elogiado os estofos do carro, o espelho retrovisor, a música que tocava, a velocidade a que o motorista conduzia, enfim, podia ter feito mil coisas, limitou-se a elogiar no geral o serviço. Até aí, tudo bem. Continuava tudo bem quando a Internet se vira contra ela porque não o devia fazer. É um direito que assiste a quem circula na Internet. As pessoas podem e devem dar a sua opinião sempre e quando não ofendam os outros e, de preferência, não se escondam atrás de um teclado. Mas siga a viagem! E na viagem damos de caras com um cronista a meter-se em bicos de pés ao escrever um texto no jornal Público para ofender a Rita sobre o seu manifesto. O cronista resolve ofender de forma gratuita a atriz sem nenhuma razão. Nenhum razão e zero argumentos, começando por se meter com o estrabismo da atriz. Completamente a despropósito, diz que ela &#8216;não tem nada além de um corpo de sonho&#8217;, porque ao escolher este serviço, não saberia da delicada questão que Portugal atravessa com os Táxis e as plataformas de transporte servidas por aplicações de Internet. Neste caso, entre outras coisas, o <i>junta-letras </i>não sabe a que horas de trabalho estão sujeitos os atores nas gravações de novelas das quais são protagonistas.  Mas isso é &#8216;normal&#8217; no meio. Diz-se só porque sim, escreve-se a partir do conforto de uma secretária, sem conhecer o &#8216;terreno&#8217;. Mas um cronista escreve isto, porquê? Não poderia explicar as suas razões sem ofender a atriz? Podia! Não poderia explicar as diferenças, que ele entende que existem, entre os vários serviços, sem se meter com o físico e o trabalho dela? Podia! Mas a diferença é que se ele se limitasse a fazer isso, não se falava nem dele, nem da sua crónica no dia seguinte e que João André, é este o cronista, escreveu com o objetivo de chamar a atenção. Na prática, das duas uma: ou tal cronista gostaria de ser a Rita Pereira, que aparentemente despreza, ou pelo menos, cá me palpita, que adorava conhecê-la nem que fosse para ver de perto o tal &#8216;corpo de sonho&#8217; que diz que ela tem. Isto acho eu, claro, que como sou tão livre de escrever como ele (só que devo ser bem mais lido) considero que o homem perdeu uma belíssima oportunidade de estar calado. Assim como ele acha que a Rita perdeu. A democracia (também) é isto!</p>
<p>Ps. Este post não defende nenhum meio de transporte, nem empresa, nem afins. Da mesma maneira que aquele texto não o defendia. Este só não ofende. Como aquele pretendeu ofender. Este é bem escrito (desculpem-me a a falta de modéstia). O outro, fica ao critério de cada um.</p>
</div>
<p>Leiam também um destes artigos:</p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/09/acabou-como-gente-grande-e-outra-ri-se.html">&#8230; Acabou como gente grande. (E a outra a rir-se à gargalhada!) </a></p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/09/parabens-de-vez-em-quando-tambem-sabe.html">&#8230; Parabéns (de vez em quando também sabe bem enaltecer) </a></p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/06/fez-uma-birinha-papa-assim-nao-jogo.html">&#8230; Fez uma birrinha (Papá, assim não jogo!) </a></p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/08/onze-anos-de-amor-quase-doze.html">&#8230; Onze anos de amor! (quase doze) </a></p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/08/desabafo.html">&#8230; Desabafo! </a></p>
<p><a href="https://euclaudio.com/2016/07/as-nossas-ideias-para-um-versao-mais.html">&#8230; As nossas ideias para um verão mais fresco! (e activo!)</a></p>
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<p><i><span style="font-size: small;" data-blogger-escaped-style="font-size: x-small;">Foto: Facebook Rita Pereira</span></i></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8230; Bonita e oportuna! (mas não foi a primeira)</title>
		<link>https://euclaudio.com/bonita-e-oportuna-mas-nao-foi-primeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 08:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[William de Inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Ficou o mundo de boca aberta porque William protagonizou esta capa. A capa de uma revista vocacionada para o público gay. William diz aquilo que seria esperado dizer e nós lemos nas páginas o que seria esperado ler. Ao contrário do que se disse, não é o primeiro monarca a fazer algo semelhante. Já [&#8230;]]]></description>
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&#8230; Ficou o mundo de boca aberta porque William protagonizou esta capa. A capa de uma revista vocacionada para o público gay. William diz aquilo que seria esperado dizer e nós lemos nas páginas o que seria esperado ler. Ao contrário do que se disse, não é o primeiro monarca a fazer algo semelhante. Já o Rei Filipe tinha feito uma coisa parecida. A mim, honestamente, não me espanta que pessoas cujo nome ou posição podem influenciar de alguma maneira o abrir de mentalidades falem abertamente de causas e de direitos (acima de tudo de direitos). Mas, tudo isto é bonito, moderno, politicamente correcto, chega tarde, mas é também muito oportuno. Numa altura em que o mundo está como está, se excluirmos os parvos armados em &#8220;machos&#8221; de prateleira, qualquer pessoa vê nisto naturalidade. Muito mais naturalidade do que normalidade, pois que a &#8220;normalidade&#8221; é uma coisa formatada na cabeça das pessoas. É isto!</div>
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<b><br /></b></div>
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<b><br /></b></div>
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<b><br /></b></div>
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<b>Já viram isto? </b></div>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/2016/07/um-monte-de-roupa-um-punhado-de.html">&#8230; Um monte de roupa (um punhado de recordações)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/2016/06/pelo-correio-da-manha-nao-o-devia-ter.html">&#8230; Pelo Correio da Manhã! (não o devia ter feito) </a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/2016/07/para-fazer-boa-figura-porque-o-tamanho.html">&#8230; Para fazer boa figura (porque o tamanho importa)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/2016/06/recomeco-vamos-isto.html">&#8230; Recomeço? (vamos a isto!)</a> </li>
</ul>
<p><b></b><i></i><u></u><strike></strike></p>
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