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	<title>Manuel Luis Goucha &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Manuel Luis Goucha &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… A verdade de Tony e a Master Classe do Manel!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 18:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="color: #201f1e; font-family: Avenir Book; font-size: small;"><span style="caret-color: #201f1e;">&#8230;</span></span> Eu, que não passei sequer perto de uma dor semelhante à que passa neste momento o Tony e a Fernanda &#8211; claro, milhares de pessoas, mas hoje escrevo sobre os Carreira – penso que não deve existir tristeza maior do que aquela que deixa um filho quando parte. Não existem palavras nem escritos que possam atenuar a dor, mas existe gratidão. Aquela que senti quando vi Tony conversar com Goucha. Talvez fosse a conversa mais esperada nos últimos meses porque todos os que de alguma forma admiramos, seguimos ou somos próximos da família tínhamos em nós a vontade de perceber como estão, porque talvez tivéssemos a ilusão que saber ao escutar falar nos sossegaria a alma depois de percebermos como estão e o que sentem. Foi uma conversa serena. Goucha, na minha opinião não deixou nada por perguntar naquele momento e não perguntou nada que fosse invasão. Emocionou-se e foi vagaroso na conversa talvez com o propósito de não atropelar o raciocínio e deixar espaço para que as palavras tivessem o sentido que queriam ter ao serem ditas. Goucha escutou. Ouviu e manteve-se sempre na linha daquilo que eu considero, enquanto espectador, a perfeição do entrevistado e o seu papel nesta conversa com Tony. Um Tony desfeito e não se esperava menos. Um Tony que falou de tudo no seu tempo não deixou nada por dizer do que lhe foi perguntado. Acima de tudo vi um pai esperançoso que algum dia, alguma coisa fará sentido para que esta tragédia se tenha abatido sobre a família. Assumiu-se melhor pessoa e empenhado a fazer felizes pessoas que vejam na Associação da filha a oportunidade de voar. Foi arrepiante escutá-lo. chorei. Tive momentos de aperto ao imaginar o que sentia. Eu, há muitos anos que gosto deles e tenho razões de sobra para isso. Eu, como quase dois milhões de portugueses na noite da conversa sentimos empatia. É natural do ser humano, mais natural ainda se estivermos a falar de boa gente. Os Carreira são boa gente. Ao Manel agradecer enquanto espectador. De repente, não estou a ver ninguém que conseguisse fazer aquela entrevista daquela maneira. No tom certo. Pode gostar-se mais ou menos dele, mas não se pode sequer questionar que é o melhor em Portugal. Sempre o disse e mantenho. Mantenho que o que faz de Goucha muito bom não é a cultura que tem e todos elogiam, não são os fatos estridentes e bem cortados. O que faz de Goucha o melhor é a capacidade de elevar qualquer conversa seja com quem for e sobre que tema for, percebendo sempre a altura de parar antes que se torne feio e avançando sempre para que em casa o espectador não diga <em>‘vai por aí’</em>. A vida toda o vi como referência e assumindo que não quero ser um Goucha porque tenho um registo oposto, declaro que se um terço desde meu registo fosse captado do muito que o vi trabalhar sentir-me-ia satisfeito porque um dia poderei dizer que aprendi com ele. É prazeroso perceber que ambos amamos com intensidade a energia de um cenário de televisão e que temos a capacidade de nos reinventarmos as vezes que forem precisas. A conversa com Tony foi uma master classe para quem faz disto vida e para quem muitas vezes corre o risco de, erradamente, pensar que o protagonista é quem entrevista e não quem generosamente se senta para contar a sua história.</p>
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		<title>&#8230; Sobre ontem. Com mundo virado do avesso!</title>
		<link>https://euclaudio.com/sobre-ontem-com-mundo-virado-do-avesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 08:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Voltei à televisão dois meses depois de ter saído. Voltei com a missão solidária da TVI, FPF e Continente sob o mote &#8216;Nunca Desistir&#8217;. Ontem, quando cheguei a casa não consegui fazer mais nada. Não consegui responder a todas as pessoas que me enviaram mensagens e comentários, que manifestaram a opinião. Agradeço a todas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Voltei à televisão dois meses depois de ter saído. Voltei com a missão solidária da TVI, FPF e Continente sob o mote &#8216;Nunca Desistir&#8217;. Ontem, quando cheguei a casa não consegui fazer mais nada. Não consegui responder a todas as pessoas que me enviaram mensagens e comentários, que manifestaram a opinião. Agradeço a todas e cada uma delas. A todas queria dizer que para mim, fazer televisão seja em que espaço for com quem for e sobre que pretexto for é uma honra. A televisão é uma coisa séria, mesmo que se brinque dentro dela. Tenho na televisão a magia de quem sonha. Mais agora, quando o mundo está virado do avesso e precisamos de calor vindo de dentro. Estive entregue como sempre estou, com o nervoso da responsabilidade que é inerente à profissão e distraído como sou por natureza e por isso ao longo da emissão disse várias vezes SIC em vez de TVI. Não tombou o Carmo nem a trindade por fazê-lo o meu director, que estava à minha frente entendeu e sorriu cúmplice,  assim como os espectadores &#8211; Estive 18 anos a dizê-lo e é natural que aconteça &#8211; Ontem mais natural ainda, porque a emissão de ontem era uma emissão do País. Não de uma estação apenas, nem de uma região. Era a emissão que saía dos estúdios da TVI para o mundo. Estamos todos no mesmo barco a remar para que chegue a bom porto, não importa onde estamos. Importa para onde vamos depois disto. Lembro-me quando comecei a trabalhar com a Cristina, várias vezes lhe chamei Júlia e foi uma sorte ontem não ter chamado à Fátima, Cristina. Eu sou por natureza uma pessoa distraída, acho que isso ficou muito evidente nos últimos tempos e ainda que mudem registos e formatos a essência de um comunicador de verdade não se esconde e só passa verdade para casa se ele não se esconder. Eu não me escondo. Socorro-me de &#8216;muletas&#8217; que me ajudem mas não me escondo, nem nas distrações nem na responsabilidade. Ontem o foco era passar ao País que, uma Missão que começou por ser TVI, Continente e FPF rapidamente se tornou numa Missão Nacional com tanta gente a aderir, incluindo caras de outras estações. Quisemos transformar a Páscoa das pessoas mais bonita, solidária e próxima. Quisemos aplicar o verdadeiro sentido de Páscoa que mais não é que renascimento. É o que queremos, é o que nos vai acontecer a todos. Isso conseguiu-se. Isso é bonito. Foi um dia de emoções misturadas. Chorei assim que entrei no carro de volta a casa. Chorei quando cheguei a casa, porque sou assim também. Tenho tanto de forte como de frágil. São muitas coisas misturadas numa pessoa em poucos dias. Mas a vida é assim, estamos todos mais frágeis com o que está a acontecer, e percebi quão importante é estar na linha da frente. Percebi, mais ainda que a televisão que se faz hoje não é  televisão que deixei há dois meses. É uma televisão mais vazia de gente, sem o calor do público presente, sem o afecto do toque  e apenas com a conversa dos olhos por trás de uma mascara. Isso derrubou-me. Talvez por estar há tanto tempo em casa sem ir a estúdio o choque foi maior, porque parece que de repente, a pandemia nos roubou também o lado humano por trás das cameras. Não abracei a Fátima com quem voltei a trabalhar quinze anos depois e me recebeu de braços abertos, não abracei a alegria da Fernanda, não agradeci ao Texeira com um abraço apertado  a surpresa boa que tem sido nesta mudança, não abracei a minha Maria que estaria a estrear-se com igual responsabilidade e precisaria de um abraço como precisei eu, não abracei o Manel nem lhe disse ao ouvido &#8216;finalmente divididimos estúdio&#8217;&#8230; Falámos todos à distância, sem dizermos nada uns aos outros&#8230; Não abracei a equipa que se foi apresentando aos poucos, atentos, dedicados, com olhos brilhantes e caras tapadas por mascaras que são a defesa. É a prova real do que tantos profissionais de televisão estão a fazer nestes dias para que em casa de cada um exista companhia. Esta é a televisão que temos, feita também ela por heróis. Pequenos soldados do audiovisual que escondidos marcham para que a emissão se cumpra. É emocionante ver. É arrepiante o silêncio e eu, depois de chegar a casa, trocar mensagens com meia dúzia de amigos, tombei. A realidade é lixada&#8230; Mas é a realidade que temos e é com ela que temos de lidar, é esta realidade que temos de fintar. E vamos fintando. O Big Brother foi adiado por conta da Pandemia, eu estava fechado em casa há mais de trinas dias e sai ontem, sob fortes medidas de segurança para ir a Queluz pela primeira vez estrear-me na antena da TVI numa Missão nobre. É isto que importa. O Universo sabe o que faz e o resultado total da emissão com o valor acumulado da generosidade de todos é o que tem de ficar na memória. É ele que nos dá a sensação de dever cumprido e absoluta gratidão pelos espectadores, que, estejamos nós em que antena estivermos, reconhecem o trabalho e acompanham, opinam, criticam, aplaudem&#8230; Na prática são eles que mandam em nós e é para eles que trabalhamos. Quando cheguei a casa chorei. Chorei, porque percebi no terreno que o mundo, nunca mais será o mesmo. Não se iludam. E isso é difícil de engolir.</p>
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		<title>&#8230; Olá Maria (Para o Olá, Manel!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/ola-maria-para-o-ola-manel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 17:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Tenho na minha caixa de mensagens centenas de pessoas que me questionam pelo facto de eu ainda não me ter manifestado publicamente sobre a &#8216;descoberta&#8217; de Maria Cerqueira Gomes pela TVI, para apresentar o &#8216;Você na TV&#8217;. Conheço o trabalho da Maria Cerqueira Gomes há muito tempo e há muito tempo que mantemos um contacto de quem aprecia o trabalho de um e outro. Não sabia nada desta possibilidade de ser a substituta de Cristina Ferreira nas manhãs. Agora, se recuar um pouco, talvez o convite que recebeu para estar como convidada no programa há dias faça alguma sentido. Poderemos pensar que foi uma espécie de <em>casting</em>, que correu bem. Maria será agora a mulher com mais sorte no meio televisivo, porque ocupa o lugar que todas queriam ocupar. Sorte e responsabilidade. Não vale a pena dizer-se que é mentira, que estou a exagerar. É verdade e não estou a exagerar! Maria Cerqueira Gomes, que trabalha há anos no Porto Canal, num cenário minúsculo, com orçamentos reduzidos e equipas para lá de pequenas, abraçará agora o maior desafio da sua vida profissional. Arrisco-me a dizer que nem nos seus melhores sonhos o imaginou tão perto. Terá de agarrar isto bem, com as duas mãos e a cabeça no lugar. Sempre, porque esta oportunidade tem tudo de bom, como pode ter de mau, se não for bem gerida. Eu sei que Maria tem a esperança depositada neste desafio e a força de vontade para provar que é capaz. Até há dias, ela estava ali quietinha no seu canto e foi desafiada. Não é uma mulher de se meter em bicos de pés só porque sim, nem quer ser a &#8216;nova&#8217; Cristina Ferreira. Isso é impossível, e nós sabemos. Quer ser a Maria que, apesar de ser muito bem recebida pelo Manel, terá que o conquistar devagarinho, a ele e ao lugar que terá ao seu lado. Os espaços em televisão são conquistas nobres e tão bonitas quando acontecem de forma fluída. O Manel &#8211; já me fez saber &#8211;  está disposto a ser a &#8216;rede&#8217; da Maria para que se sinta amparada e tranquila. É uma ajuda preciosa. Acreditem! Além disso, Maria vai viver tempos complicados com as comparações que o público vai fazer e que a imprensa se encarregará de manipular e exagerar. Faz parte do jogo onde entra profundamente agora. A Maria nunca será a Cristina, porque a Cristina é uma peça rara neste mundo e única em Portugal. Não terão as profissionais de televisão todas que ser a Cristina, basta que muitas olhem para o seu trabalho com respeito, com vontade de tratar o espectador com dignidade e não usem a televisão e os meios apenas para se transformarem em meninas glamourosas, cheias de tiques e carregadas de pergaminhos. E há muitas por aí. A maioria&#8230; A diferença da Cristina para elas é esta. A Cristina fez a diferença, abriu um caminho, mas colocou a fasquia muito alta, por isso a Maria, sabe que o melhor que tem a fazer &#8211; e que fará &#8211; é conquistar um espaço sendo autêntica, não fugindo do seu registo no &#8216;Olá Maria&#8217; que apresentava no Porto Canal e aproximando-se ainda mais das pessoas que a querem seguir, tratando o seu mundo por &#8216;tu&#8217;, porque a TVI não é o Porto Canal e porque o &#8216;Olá Maria&#8217; não é o &#8216;Você na Tv&#8217;. E esta filosofia é uma boa escolha, porque não lhe adiantaria querer ser a Cristina, como não lhe adianta viver na angústia de estar a ocupar um dos dois lugares mais cobiçados da televisão neste momento. Mesmo que no meu telefone tenham aparecido dezenas de mensagens a desmentir, claro que as caras femininas da TVI ficaram irritadas, enervadas, aborrecidas e eu até entendo. Teria o mesmo sentimento. Mas eu entendo a revolução porque eu gosto da mudança e principalmente se a &#8216;mudança&#8217; merece. Maria é a mudança. Fresca, com boa imagem, educada, simpática e disposta a fazer o caminho&#8230; caminhando. E isso é muito importante. Sem vontade de engolir ninguém nem com espaço para ficar maior que o ego. Esta Maria dedicada e profissional que eu conheço, sei que cumprirá o seu papel, que fará um esforço para isso. Por enquanto, &#8216;cumprir&#8217; já é um enorme desafio e se, for conseguido, já é uma conquista. Bem vinda, Maria. Mesmo que &#8211; como te disse &#8211; deseje que percas muitas vezes para a concorrência, porque a tua competência não se vai medir pela audiência que farás. Como não se mede a minha. Louvada seja a mudança, quando a &#8216;mudança&#8217; merece a oportunidade de o ser. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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