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	<title>Profissionalismo &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Profissionalismo &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A Judite ( E a canalhice que lhe fizeram)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2018 17:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Judite de Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não gostei nada do que fizeram à Judite Sousa. Podia ter escrito &#8216;Não gostei nada do que fez a Judite Sousa&#8217;, mas não é verdade. Mentiria. Aquilo que seria uma discussão &#8216;normal&#8217; entre dois companheiros de trabalho transformou-se num episódio canibalesco contra a Jornalista, que de facto está frágil há algum tempo e isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não gostei nada do que fizeram à Judite Sousa. Podia ter escrito &#8216;N<em>ão gostei nada do que fez a Judite Sousa&#8217;</em>, mas não é verdade. Mentiria. Aquilo que seria uma discussão &#8216;normal&#8217; entre dois companheiros de trabalho transformou-se num episódio canibalesco contra a Jornalista, que de facto está frágil há algum tempo e isso  &#8211; aos meus olhos &#8211; é evidente, o que não desculpa, mas em parte pode justificar algumas coisas. Ainda assim, o que não consigo entender, o que me custa perceber, é como é que alguém, supostamente colega de profissão, resolve &#8216;roubar&#8217; umas imagens gravadas à revelia de Judite e depois fazê-las chegar a um meio de comunicação social que as torna públicas. Não sei a razão por que as imagens foram reveladas, até porque imagino que entre equipas de trabalho no Correio da Manhã já existiram discussões iguais a esta ou até mais fortes. Eu já tive algumas, já assisti a muitas, qualquer pessoa que trabalha no meio já as teve. Neste tom ou em outro tom qualquer. Não sei se a Judite tem um problema nos olhos, não sei se o câmara está com má vontade, não sei se a Judite foi autoritária, ou se o repórter teria que pedir a tal autorização a Lisboa&#8230; Sei que a publicação destas imagens, no meu entender, tem apenas como objectivo estragar a imagem de Judite Sousa e isso parece-me muito pouco profissional e humano. Mesmo! Se alguém me conseguir responder à pergunta &#8220;O que ganham com a publicação destas imagens?&#8221; E a resposta for razoável, eu talvez pense que a sua partilha fez algum sentido, mas como sei que não há resposta que justifique tamanha canalhice fico na minha. E a canalhice começa na pessoa de carácter duvidoso que &#8216;roubou&#8217; estas imagens, que acredito foram gravadas porque o sinal de satélite estava aberto do Brasil para Lisboa, e depois teve a ideia de as passar a outra pessoa. Isto é mais que canalhice. Tem vários outros nomes, como imaginam! Dizem-me que está já aberta uma investigação. E era bom que se chegasse ao responsável e que o responsável viesse assumir as culpas e pedir perdão. De que massa somos nós feitos quando agarramos na fragilidade de uma pessoa e a tentamos derrubar ainda mais? De que massa somos feitos se, enquanto jornalistas, não sabemos de cor e salteado que isto acontece em todos os lados sem ser tema de noticia nem assunto de manchete? De que massa somos feitos quando queremos a qualquer custo passar a imagem de moralistas numa moral que não temos? Porra! O que fizeram à Judite Sousa foi uma das maiores canalhices dos últimos tempos. Se quiserem, podemos depois falar do que diz Judite, do que diz o colega, do sol, da casa-de-banho, do cabelo, da gravação&#8230; Podemos pensar que quem fez isto queria transformar Judite numa vilã, mas que para quem tem dois dedos de testa rapidamente se percebe que passou de vilã a vítima. Lembrem-se sempre que nem os bons são tão bons nem os maus tão maus. Não digo com isto que Judite é um exemplo de pessoa no trato profissional. Não sei, não a conheço a esse ponto. Posso garantir que comigo, sempre que precisei profissionalmente, foi impecável. Nunca me falhou. E essas coisa eu costumo tomar nota. É isto!</p>
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<pre><span style="font-size: 8pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Imagem: Net</span></pre>
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			</item>
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		<title>&#8230; É isto meus amigos!  (Também é isto)</title>
		<link>https://euclaudio.com/e-isto-meus-amigos-tambem-e-isto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 17:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[Júlia Pinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Quando vos falo de televisão com gente dentro, é disto que falo.  Quando falo da televisão que se faz com o coração, é disto que falo. Quando falo de gente que não se importa de despir a alma para que outros possam vestir-se de esperança, é disto que falo. A Júlia voltou ao ecrã [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Quando vos falo de televisão com gente dentro, é disto que falo.  Quando falo da televisão que se faz com o coração, é disto que falo. Quando falo de gente que não se importa de despir a alma para que outros possam vestir-se de esperança, é disto que falo. A Júlia voltou ao ecrã num programa que me arrebatou no primeiro minuto. Estreou ontem e liderou todos os segundos, mas não é por isso. Podia não ter  liderado e eu teria ficado colado ao ecrã o mesmo tempo. Vi uma Júlia que já não via há tempos, vi uma apresentadora no tom certo para uma tarde dedicada ao amor em todas as frentes, como se estivesse sentada ao nosso lado, em nossa casa. Vi eu e viu o público que escolheu ver naquele momento. Delirei quando de manhã vi o gráfico de audiências e fiquei na expectativa de ver o programa de hoje. Esta semana tranquei esta hora e meia durante a tarde e não farei nada a não ser ver o programa em casa. Como um espectador. Fiquei colado ao ecrã com a história da Andreia, que já a tínhamos lido contada por si no seu blog, depois reproduzida por dezenas de meios de comunicação social e hoje, convidada da Júlia, contada de viva voz com os olhos molhados, os de uma e outra. Uma e outra no colo de uma e outra. É uma ternurenta redundância. Quando vos falo de televisão com gente dentro, é disto que falo. De uma apresentadora que recebe outra e, sem pergaminhos, debulham por camadas a história da vida de cada uma numa partilha com o público. O público a que estão tão expostas desde que resolveram escolher esta profissão. Esta imagem, que roubei ao ecrã, captada pela realizadora Carla Clemente, será a legenda para este texto, que pode não ter importância nenhuma, mas é o que eu acho, o que sinto e o quero que se entenda. É nisto que temos de acreditar: a televisão não está gasta e a televisão bem feita está menos gasta ainda. A história recente prova-nos isso e, quando achamos que nada nos vais surpreender na &#8216;caixa mágica&#8217;, estamos enganados. Eu rebento de orgulho porque conheço a equipa que leva o programa para a antena e de tão esforçada e trabalhadora merece os melhores números, porque televisão também é o número do dia seguinte. Eu fico emocionado por ver a Andreia generosamente partilhar a sua história &#8211;  assim como a história de amor do casal anterior e a história da convidada seguinte &#8211; a emoção fica-me colada à pela quando a Júlia confessa que sofreu um aborto e, do alto da sua maturidade, recua no tempo e vive o episódio. É televisão com gente dentro. É emoção. É isto que eu quero como espectador, porque, se na televisão o melhor ainda está para ver, não tenho dúvida nenhuma que a SIC e o &#8216;Júlia&#8217; estão a fazer o melhor com este programa. Se me perguntarem porquê? Porque me desperta emoções. Televisão, meus amigos, é acima de tudo emoção. Lembrem-se disto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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