… Um post esperado!

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… Não sou intimo da Bárbara Guimarães, mas conheço-a há anos e há anos que por vários motivos trocamos conversa. Não vou entrar neste post em detalhes absurdos de uma intimidade que está a ser devassada a favor de alguma coisa que ninguém sabe, que não se percebe e para a qual não existe razão nenhuma. Bárbara Guimarães é uma estrela em Portugal, que casou com Carrilho, num acontecimento por si só polémico. O tempo passou, os anos todos foram o desfilar de ‘família feliz’ em páginas de revistas e acontecimentos públicos. O casamento chegou ao fim. Normal, acontece com toda a gente. Agora assistir a este este lavar de roupa suja na imprensa, onde Manuel Maria Carrilho se transforma por si só numa espécie de protagonista do Big Brother chega a ser uma coisa repulsiva de se ver. Sente-se vergonha alheia, não por tudo o que aconteceu dentro de casa, que dentro da casa de cada uma, cada um sabe o que faz. Agora ver Carrilho, com o seu franzino, a voz trémula e doce dizer que precisa ver os filhos, desatar a dizer mal da mulher, dizer que os tem sequestrados, que Bárbara bebe, que ela isto e ela aquilo, chegando ao ponto de revelar supostas conversas que teve enquanto casal, parece-me de um nível abaixo de zero. Se tivesse aqui que tomar um partido seria o de Bárbara, que quieta no seu canto fica em silêncio, aguenta as acusações e tenta fazer a vida normal com os filhos, mesmo acusada pelo pai das crianças de negligenciar os filhos, mostra-se uma mãe atenta e preocupada com o bem estar – possível neste momento – dos seus filhos. Curiosamente a ultima conversa que tive com Bárbara foi, informal e sobre os nossos filhos. Digam o que disserem, Bárbara falava orgulhosa das aventuras de Diniz e da enorme cumplicidade com Carlota. Quem sou eu para julgar isto ou aquilo, mas enquanto especialista na matéria posso dizer que Bárbara não tem culpa deste lavar de roupa suja em que se transformou a sua separação e que Carrilho – pelo que temos visto – está altamente preocupado em se transformar numa centrifugadora onde tudo pode entrar. Acho nojento! O que eu sei é que se isto se passasse com um futebolista seria o Carmo e  a trindade a meter as mães na cabeça e a dizer ‘que tudo se espera dessa gentinha’ (lembram-se da separação de Luciana Abreu e Djálo?), mas como é um senhor que fala pausadamente, com a voz baixa e pseudo- intelectual, que por acaso foi Ministro e até Embaixador na UNESCO (a vida tem destas coisas) tudo ganha outra voz e é olhado de outra forma. Eu acho feio de todas as maneiras, mas acho mais feio ainda, porque este Carrilho que dá entrevistas a toda a gente a falar da sua intimidade, sentado num jardim a ler um livro com uma mochila da Prada ali ao lado por acaso, diz que quer manter-se afastado deste escândalo que a vida dele não é feita disto. Enfim… Eu se fosse o Carrilho, apanhava um avião e ia uns tempos para Paris, pode ser que um dia recupere a sua imagem de sonho, aquela que ele tanto gosta de ter e que gosta de credibilizar: o de politico intelectual. Não sei se o consegue! A meu ver, Bárbara enfrentará um difícil processo em tribunal, algumas arrelias, mas a sua carreira não será posta em causa, e isso mesmo certifica a agência dela. O que acho disto no geral? Que Carrilho bem podia ser um futebolista, que envergonharia outros futebolistas. 
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