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… Alentejo da minh’alma! (tão colado a mim)

Por

T

odos temos um canto? Eu acho que sim. Há uns anos falava com uma pessoa que me era muito querida e contava-lhe que o meu futuro seria no Alentejo. A pessoa estranhou, depois com o tempo entendeu que eu tinha razão. Era ali que me via. É ali que me vejo. No Alentejo existe um ar que pouca gente tem o privilégio de respirar. É um ar mais saudável (literalmente). Mais calmo, sereno, apaziguador. Na altura, a conversa era sobre o futuro, os pais, os projectos, a confusão da cidade, a hipocrisia dos citadinos… Estava um final de tarde quente. Muito quente, como são os finais de tarde no Alentejo, mesmo estes que acontecem agora em pleno Outono. Na altura seria Verão. Tentava convencer alguém de que o Alentejo me está no sangue, que viver sem ele seria castrarem-me parte da alma e que se pode ser Alentejano sem se ser de raíz ou nascimento. Não se pode é ser Alentejano porque está na moda, por vaidade, ou porque é bonito ter uma casa pintada de azul e branco. É mais sério do que isso. É mais importante do que isso e é muito mais nobre do que isso… O tempo mete as coisas no lugar que entende, não necessariamente no certo, acho eu. Este meu Alentejo de verdade, onde me encontro, sempre comigo é pintado com estas cores. Curioso, já repararam que o azul do rodapé, é o azul do céu? A fotografia não tem filtro e foi tirada numa manhã de Outono (hoje). Não há coincidências. Há factos.

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