Beijo

Por

O teu amor é um perigo não é uma brincadeira… Está a matar-me!
Quem não queria morrer de amor?
Eu! Que nasci para ser feliz. Para amar, amar muito… mas amar acima de tudo, quem me ama.
Achas que não te amo?
Acho que não sabes o tamanho do meu amor. Talvez nem acredites nele.
Porquê?
Acreditas no vento?
òbvio… Porque não haveria eu de acredtar nele?
Sei lá… podias ser como São tomé.
Beija-me a boca. Beija-me devagar, o meu corpo a minha silhueta. Deixa correr a tua saliva na minha barriga e escorrer até ao meu umbigo… Deixa-me imaginar que é chuva que me rega a alma, a paixão.
E tu. Senhor de toda a razão, já te esqueceste do que te pedi?
O que foi?
Beija-me os olhos que dormiam até tu apareceres. Beija-me e faz com que a tua saliva seja como água benta que me acordou de um pesadelo vivido a mil à hora, mas nunca vivido assim…
Não digas isso…
Digo. Repito e peço-te, outra vez: Beija-me a vida, rapidamente mas devagar, para a saborear.

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