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… O meu Natal é o cheiro do Alentejo a frio misturado com o que solta cada chaminé. São os reencontros da época feitos de um ‘olá’ como se nos víssemos todos os dias. São as luzes a piscar, as ruas preenchidas de sonhos e montes de papel de embrulho por todo o lado. São os olhos brilhantes de cada criança com que me cruzo. É a confusão da gente, que se torna mais bonita nesta época. É a família reunida à mesa em volta de conversas cruzadas que só acabam no dia seguinte…. Sou um privilegiado. Obrigado Pai Natal!
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