CLÁUDIO AJUDA-ME

… Não é a defesa da Bola! (É a minha história)

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… Já tomei uma posição e não é segredo porque aos quatro ventos já gritei o que acho desta mediática zanga entre Ana Bola e Maria Viera. Não tomei uma decisão porque li numa revista o que a Ana escreveu da Maria e o que a Maria respondeu à Ana. Fi-lo porque senti na pele o comportamento de Maria Vieira (ou de alguém que se fez passar por ela) quando publicamente critiquei a sua opinião sobre o facto de, há tempos, Maria achar que fazer o ‘Vale Tudo’ era um trabalho menor e que em nada dignificava os actores que aceitavam estar ali. Programa à parte, ela disse o que entendeu, eu disse o que me apeteceu, mas antes de o dizer, tentei falar com ela. Foi arrogante, antipática, mal-educada e ofensiva comigo e com os programa onde trabalho. No meio da conversa fiquei sem resposta em poucos minutos, e depois de ouvir o que não queria, de ser questionada, bloqueou-me. É para o lado que durmo mais descansado, mas não deixa de ser estanho este comportamento quando antes, e sempre que a elogiava (porque achava merecido), me agradecia, enaltecia nos corredores e sempre se mostrou um encanto de pessoa. Eu gosto da Maria Vieira, não deixei de gostar porque fui boqueado, mas estou longe de a achar a melhor actriz do mundo. Acho que fez coisas boas, mais no teatro que na televisão – onde muitas fazia dela própria – e acho que teve sorte de se cruzar com as pessoas certas na altura certa. Não é melhor nem pior por isso, mas acima de tudo, os anos que tem de experiência não podem permitir que se sinta no direito de mandar e desmandar a belo prazer, considerando que o único trabalho bem feito é o dela, que as únicas opiniões válidas são as dela e que quando isso não acontece, e como não tem a capacidade de ouvir ou argumentar, resolve as coisas assim: anulando as pessoas como se já não precisasse delas. Não é um bom comportamento, não tenho a certeza sequer se é seu ou de alguém perto, mas é o que nos chega. Tudo isto, apenas e só para me posicionar ao lado da Ana Bola. Não que me tenha pedido, mas porque é assim que o sinto. É isto!

 

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