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	<title>Programa da Cristina &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Programa da Cristina &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Ribeira de Baixo, com a tristeza a escorrer-lhes no corpo!</title>
		<link>https://euclaudio.com/ribeira-de-baixo-com-a-tristeza-a-escorrer-lhes-no-corpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 20:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Para quem está em Lisboa, Ribeira de Baixo fica quase a quatro horas de caminho. Para quem está na minha terra, Ribeira de Baixo fica quase a cinco horas de distância. Eu faço sempre, a cada dia que passa quando falo com a gente da minha terra a distância em tempo. Mais em tempo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Para quem está em Lisboa, Ribeira de Baixo fica quase a quatro horas de caminho. Para quem está na minha terra, Ribeira de Baixo fica quase a cinco horas de distância. Eu faço sempre, a cada dia que passa quando falo com a gente da minha terra a distância em tempo. Mais em tempo que em quilómetros. Parece que fica mais perto. Menos longe. Mais quente. Há alturas em que estou (no máximo) três semanas sem ir à minha terra, sem pisar as minhas pedras como já aqui vos contei, sem ver a minha gente na terra da minha gente. E quando passa esse tempo sinto uma ansiedade que se explica por saudade ou apenas falta, ainda não se descobriu. Sinto falta. Dos meus, seguramente, mas os meus podem vir aqui. Posso falar com eles. Podemos encontrar uns e outros a meio do caminho ou em outro caminho qualquer se for caso disso. Eu sinto muita falta da minha terra. Da minha casa. Da minha gente sentada na porta de casa, encostada ao parapeito da janela ou assomada ao postigo. Eu sinto falta do barulho baixinho que se faz nas ruas e do tempo vagaroso que quase não passa por elas. Eu sou assim. Não sei se sou diferente. Eu fui sempre assim. Eu sou muito ligado à terra porque sempre tive claro que sou o que sou porque percebi cedo que nunca poderia virar as costas nem à terra nem ao que ela me ensina. Quando vou no caminho, ganho-lhe o sotaque, o peito fica mais leve, respiro melhor e entra uma paz tranquila que me alegra. Eu gosto da minha terra. E gostaria de outra terra qualquer, de um lugar que fosse, sempre que esse lugar fosse o lugar que me viu crescer e testemunhou tudo a meu respeito. Tudo. Ontem, quando dei de caras com a reportagem que se fez n&#8217;O Programa da Cristina&#8217; sobre a barragem de Daivões e a gente que a barragem vai empurrar para fora da sua terra, fiquei triste. Durante aqueles largos minutos vi-me no espelho de pessoas que, mais crescidas que eu, cheias de passado ao lado, tinham o progresso a castrar-lhes tudo. A Barragem vai chegar e inundar tudo. Não são só tijolos, hortas, ruas, escola, igreja, café, talho, mercearia, praça&#8230; é tudo. Vão olhar para lá e vão ver água. Aquelas pessoas que lá estão, vão deixar de ver a memória, não nos podemos esquecer que muitas vezes nem a memória conseguimos guardar. Há alturas que é preciso vê-la. Aquelas pessoas vão deixar de andar nas ruas, de estar na porta, de se encostarem à janela, de se assomarem ao postigo. Pelo menos naquele postigo e esse postigo é que é importante, porque foi dali que viram a vida acontecer. Foi naquelas ruas que eles brincaram, que os filhos andaram, que os netos caíram. Foi da janela da casa que viram os filhos partir para fora e é à entrada da porta que os veem chegar de férias. Eu não sei como lidaria com o progresso a arrastar-me para fora de mim. Não sei mesmo. Juro que não sei. Falar de fora é fácil, criticar é ainda mais fácil. Ali o que vi foi a minha gente. A gente da minha terra a ficar sem ela. Quando na reportagem a senhora diz emocionada que a Figueira não lhe vai voltar a fazer sombra e se abraça a ela, foi como se me dessem um murro no estômago. Eu no seu lugar iria sentir-me impotente e com o peito a rasgar. O que senti ali foi isso. Foi transportar-me para o peito dela. Do marido que a consolava desconsolado e de olhos vazios que não o deixavam chorar ao mesmo tempo, pelo amparo e pela vergonha. Fiquei revoltado, porque vi um casal da idade da minha mãe dizer firmemente que vai abandonar o País, porque o País os está a mandar embora de casa sem a possibilidade de guardar, em lado nenhum o melhor que se pode ter: a memória. Não sei como lidaria com isso. Juro que não sei. Não queria lidar. Hoje, falei com uma colega minha, a Mafalda, ela está ali na secretária ao lado, disse-me que não tinha terra nem lugar. Eu acho que ela não consegue entender, o que é &#8216;ir à terra&#8217;, deixar a terra, ver a gente da terra sair e voltar. Ver as pessoas ficarem porque gostam, porque não podem sair, porque envelhecem ano seguido de ano sentadas todas as tardes, as tardes todas no mesmo banco na praça onde está o café central. Eu não gostava que me roubassem as pedras da rua mesmo que já esteja alcatroada. Lá por baixo estão as pedras e nas pedras estão as pegadas das pessoas que vão fazendo a nossa vida. Quando o progresso inundar com um cobertor de água o berço onde cresceram e se fizeram gente não se lhes vão ver as lágrimas. Não se vão ver porque se confundem com a água que lhes rouba tudo ou porque já secaram por dentro de tanto as verterem na esperança que alguém as escute escorregar. Eu não sei se para a minha colega Mafalda, que vive num grande centro urbano, a reportagem teve o impacto que teve em mim, ou talvez até nem tenha em pessoas que vivem em terras como a minha. Mas pouco importa. Posso ser só eu. Pode ser só uma pessoa a viver naquela terra naquele lugar&#8230; é dela. É dessa pessoa, não se pode dizer adeus a tudo a troco de uma casa nova, ou de uma quantia qualquer que alguém decide ser justa para apagar o que escrevemos. Seja ela qual for. Não paga a dor que fica quando não se pode voltar ao lugar que nos amarrou a vida toda. Onde vimos crescer e morrer. Pode ser uma parvoíce minha. Mas não queria nunca que isso me acontecesse. Não queria que isto acontecesse a ninguém. Com a água, naquela barragem serão afogadas à força as imagens do passado daquela gente. Assassinadas portanto. Não gosto disso e quando virem a reportagem &#8211;<a href="https://sic.pt/Programas/o-programa-da-cristina/videos/2019-12-09-Familias-de-Ribeira-de-Baixo-despedem-se-das-suas-casas-que-vao-ficar-submersas-E-o-ultimo-natal-que-vou-comer-aqui-na-minha-mesa"> se ainda não viram</a> &#8211; só queria que se metessem dentro dos sapatos destas pessoas. De vez em quando não custa. Mesmo que os donos dos sapatos tenham os pés cheios de sangue.</p>
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		<title>&#8230; Bater claras em castelo? (Isso é para meninos!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/bater-claras-em-castelo-isso-e-para-meninos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 13:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinhar]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Bairros]]></category>
		<category><![CDATA[O Vizinho]]></category>
		<category><![CDATA[Programa da Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Bater claras em castelo não é para todos, não é fácil e está quase em desuso, porque desde que apareceram as varinhas que fazem tudo por nós. Eu sempre as bati assim. Há um truque! Nada de especial, mas que  me ensinaram e que meti em prática hoje quando a Cristina me desafiou a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Bater claras em castelo não é para todos, não é fácil e está quase em desuso, porque desde que apareceram as varinhas que fazem tudo por nós. Eu sempre as bati assim. Há um truque! Nada de especial, mas que  me ensinaram e que meti em prática hoje quando a Cristina me desafiou <a href="https://sic.sapo.pt/Programas/o-programa-da-cristina/videos/2019-01-22-Joana-Barrios-prepara-um-bolo-de-Mel-e-Erva-Doce--parte-1-">a ajudar no bolo da Joana Barrios</a> (resultou)&#8230; Uma pedrinha de sal, deixar um pedacinho da casca do ovo dentro das claras (muito pequenino, até pode ser por superstição) e depois aprender a bater na dose certa. O que é isto? Muito bem, passo a explicar: bater três vezes com força, descansar um segundo, voltar repetir com força, mas agora seis vezes, descansar dois segundos e depois doze vezes seguidas e descansar três segundos. Bater sempre para o mesmo lado&#8230; Enquanto se descansa o segundo &#8211; por pouco que seja &#8211; o braço volta a ganhar energia e assim&#8230; não damos parte fraca! Repetir o processo desde o começo assim que passarem estes três passos. Na prática, bater claras é uma espécie de treino em serie de ginásio: 3, 6, 12 com descanso de segundos pelo meio. Fácil. Se baterem tão bem como eu, mostrem-me!</p>
<div id="attachment_26944" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26944" class="wp-image-26944 size-full" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV.jpg" alt="" width="1024" height="663" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-300x194.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-768x497.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-483x313.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-360x233.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-600x388.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/CR-REV-248x161.jpg 248w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-26944" class="wp-caption-text">&#8230; Devo confessar que a Cristina se admirou com a minha habilidade!</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>LEIAM TAMBÉM UM DESTES ARTIGOS:</p>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/chegou-o-natal-diferente-mas-igual/">… CHEGOU O NATAL (DIFERENTE, MAS IGUAL!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/aos-espectadores-do-passadeira-sobre-o-ar-condicionado/">… AOS ESPECTADORES DO PASSADEIRA (SOBRE O AR CONDICIONADO)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/chegou-o-outono-depois-de-outros-outonos/">… CHEGOU O OUTONO (DEPOIS DE OUTROS OUTONOS)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-vestido-de-cristina-a-ousadia-da-carolina/">… O VESTIDO DE CRISTINA (A OUSADIA DA CAROLINA)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-nosso-e-navegar-a-deriva-amor-a-deriva/">… ‘O NOSSO É NAVEGAR’ (À DERIVA, AMOR, À DERIVA!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/encontrei-o-manel-foi-disto-que-me-lembrei/">… ENCONTREI O MANEL (FOI DISTO QUE ME LEMBREI)</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8230; A massa de atum (para os muitos que pediram)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-massa-de-atum-para-os-muitos-que-pediram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jan 2019 18:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Programa da Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[SIC]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Vizinho que se preze faz tudo por tudo para que a vizinhança se sinta bem. Estava em casa, sossegadinho na minha vida, quando vi que a Cristina não tinha tempo para preparar o almoço. Sou um disponível. Fui às compras e entrei por ali fora para lhe preparar um dos meus pratos de eleição&#8230; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; Vizinho que se preze faz tudo por tudo para que a vizinhança se sinta bem. Estava em casa, sossegadinho na minha vida, quando vi que a Cristina não tinha tempo para preparar o almoço. Sou um disponível. Fui às compras e entrei por ali fora para lhe preparar um dos meus pratos de eleição&#8230; massa com atum! Pode parecer simples, mas tem a sua ciência, e é bastante apreciada cá por casa. Tanto assim é, que centenas de vizinhos deste Portugal me pediram a receita. Pois então, ela aqui vai&#8230; Sempre com o alerta de não me responsabilizar pelo gosto alheio. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-26514 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-300x200.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-768x512.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-1024x683.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-1073x715.jpg 1073w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-483x322.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-600x400.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8671.jpg 2048w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-26491 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-200x300.jpg" alt="" width="638" height="957" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-200x300.jpg 200w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-768x1152.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-683x1024.jpg 683w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-477x715.jpg 477w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-333x500.jpg 333w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-337x506.jpg 337w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-533x800.jpg 533w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821-213x320.jpg 213w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8764-e1547318265821.jpg 1365w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26525 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-300x200.jpg" alt="" width="641" height="427" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-768x512.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-1024x683.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-1073x715.jpg 1073w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-483x322.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-600x400.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/01/02A8683.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Massa de atum:</strong></p>
<ul>
<li><em>Fusilli integral / Atum natural / Tomate fresco / Massa de tomate frito / Azeite / Leite magro/ Azeitonas</em></li>
<li>Coze-se a massa durante dez minutos. Deve ser posta na panela só quando a água estiver a ferver.</li>
<li>Numa frigideira, com um fio de azeite, refoga-se o tomate fresco, que deve ser cortado (esborrachado) e, depois de desfeito e refogado, misturado com polpa de tomate frito. Deixa-se apurar ao ponto de um se misturar no outro numa espécie de pasta.</li>
<li>Junta-se o atum natural e mistura-se tudo em lume muito brando.</li>
<li>Acrescenta-se um pingo de água misturada com leite (que uso no lugar das natas). Tudo misturado, deixa-se apurar bem. No final colocam-se as azeitonas sem caroço.</li>
<li>Algures na outra panela já a massa está cozida. Escorre-se e passa-se por água fria para não &#8216;colar&#8217;.</li>
<li>Mistura-se depois a massa no molho de atum&#8230; deixa-se apurar e, se necessário, acrescentamos a mistura de água e leite temperada com sal para &#8216;amolecer&#8217; o molho.</li>
<li>No fim serve-se com um pouco de queijo ralado por cima, orégãos e umas rodelas de maçã para dar o toque de mestre!</li>
</ul>
<p>É isto. Se fizerem mostrem-me tudo no <a href="https://www.instagram.com/claudio_ramos/">Instagram</a> e entretanto podem ver o <a href="https://sic.sapo.pt/Programas/o-programa-da-cristina/videos/2019-01-11-Claudio-Ramos-prepara-uma-massa-com-atum-e-noticias-de-famosos-a-mistura">video aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LEIAM TAMBÉM UM DESTES ARTIGOS:</p>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/e-fez-se-historia-e-preciso-que-se-diga-isto-caracas/">… E FEZ-SE HISTÓRIA! ( É PRECISO QUE SE DIGA ISTO, CARAÇAS)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/a-rita-celebridade-a-mae-como-veio-ao-mundo/">… A RITA CELEBRIDADE ( A MÃE COMO VEIO AO MUNDO)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-ze-como-ele-e-ou-talvez-nao/">… O ZÉ COMO ELE É (OU TALVEZ NÃO!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/nao-sei-se-repararam-daqui-a-um-mes-e-natal/">… NÃO SEI SE REPARARAM (DAQUI A UM MÊS É NATAL)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/com-um-olho-no-amor-o-outro-na-vontade-de-ser-amado/">… COM UM OLHO NO AMOR (O OUTRO NA VONTADE DE SER AMADO)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/a-raquel-com-a-voz-toda-costurada-a-emocao/">… A RAQUEL (COM A VOZ TODA COSTURADA A EMOÇÃO)</a></li>
</ul>
<p><span style="font-size: 8pt;"><em>Fotos Rui Valido</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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